Por consenso Hélio Souza é o novo presidente da Acatruta

Publicado por Anselmo Nascimento
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Qui, 10 de Maio de 2018 10:18
Painel - Em Assembleia Geral Ordinária realizada na manhã desta quarta-feira (9), no Campo Experimental de Piscicultura da Serra (CEPIS), antiga sede do Ibama, em Painel,
um dos itens da pauta foi a eleição da nova diretoria da Associação Catarinense de Truticultores (Acatruta). Por consenso, assumiu a presidência, pelos próximos três anos, o truticultor, Hélio Antunes de Souza, de Urubici. O empresário Vilso Isidoro passou a ocupar a função de primeiro tesoureiro.
 
No balanço das atividades de gestão, Isidoro apontou o desafio de dar ênfase à produção de truta na Região, e a colocação da carne no mercado, explicando a importância e as qualidades do produto ao consumidor. “Com essas ações foi possível tonar a carne da truta mais reconhecida no território brasileiro”, salientou. Vilso Isidoro disse ainda, que a Acatruta, sempre esteve representada em eventos, visando fortalece-la como entidade.
 
Porém, identificou como a principal luta da Associação, fazer com que a sede do Ibama, em Painel, passasse aos cuidados do Estado, com o objetivo de recuperar uma estrutura que estava há 16 anos inativa. A consolidação da transferência, foi considerada a maior conquista na sua gestão. Conforme Vilso Isidoro, agora a Região tem o que precisa para se alcançar uma melhor genética na produção através da pesquisa, e conseguir atingir a comercialização em menos tempo.
 
Já o novo presidente, o biólogo Hélio Antunes de Souza, há 40 anos estuda e trabalha na criação de truta, se tornando um dos maiores conhecedores da evolução da espécie, no Brasil. Para ele, o desafio prossegue, principalmente, no que tange à exportação. Segundo disse, não existem os problemas sanitários colocados pela Europa. Para ele, quando os europeus decidem mudar seus sistemas de importação, inventam situações para não transparecer o protecionismo. São atos políticos que acabam refletindo no mercado brasileiro, a exemplo do que está ocorrendo com a carne do frango, mas que implica em todos os gêneros. “A carne da nossa truta, está habilitada para exportação, mas sofre as mesmas sanções, e ficamos amarrados”, afirmou.
A pauta da reunião foi extensa, pois, também foi apresentado o balanço do período de 2017/18, além da melhor identificação dos associados; a definição do valor da anuidade. Temas como a importância do Registro Geral de Predutor (RGP); as doenças que atingem o sistema produtivo, e ainda ouviram uma completa explanação de como está hoje a estrutura e o funcionamento do Campo Experimental.
 

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